A política/poder não pode vergar a justiça, pois seria uma perversão do princípio angular da separação de poderes. O problema é quando o "fim justifica os meios" (Maquiavel), isso, sim, seria muito grave, seja em França, nos Estados Unidos da América, em Portugal ou em qualquer regime democrático.
P. S. O alerta de Rui Rio no X é importante, mas o "escrutínio independente", vulgo subjugação do poder judicial ao poder político, é velho sonho de barão do PSD que, felizmente, não passa.
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