A esquerda bem pode encher a boca com a solidariedade e com a política de braços abertos do governo de António Costa. É tudo uma refinada treta: «Pobres, vulneráveis, com dificuldades de comunicação esbarram no preconceito, na falta de informação dos serviços e na morosidade dos processos de autorização de residência. Andam em bolandas num sistema que desconhecem, com um número provisório de utente que dura muito mais do que deveria e dá direito a quase nada. Os pedidos de ajuda relacionados com a saúde feitos aos centros de apoio ao imigrante e à linha telefónica do Alto Comissariado para as Migrações (ACM) dispararam em 2022 e já bateram recordes este ano».
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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher
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