O silêncio ensurdecedor da Igreja portuguesa, mesmo depois das intervenções cristalinas e corajosas do Papa Leão XIV, tem beneficiado e facilitado a cumplicidade da política externa portuguesa com o genocídio em Gaza.
P. S. Afinal, não foi só com António Costa, os bispos portugueses continuam ao lado seja de quem for que esteja no poder, seja qual for o caminho seguido por mais desumano e politicamente indecente que possa parecer a qualquer católico. Algumas declarações avulsas não são suficientes.
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