Um maquinista reformado, 69 anos, de nacionalidade francesa, em liberdade apesar de ser velho conhecido da Justiça francesa por causa de outros ataques, levou a cabo uma matança hedionda que vitimou três parisienses de origem curda (uma mulher e dois homens).
P. S. Entretanto, por cá, a barbárie é vista do ângulo do aproveitamento dos radicais para manifestações violentas e das pinças da comunicação da polícia, entre demais disparates e tentativas de desviar a atenção do essencial: a Administração e a Justiça francesas são tolerantes face ao mais violento racismo.
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