Num país de remendos, em que os serviços públicos são uma anedota que vai matando, Luís Montenegro afirmou no passado 6 de Março: «Portugal não precisaria de um plano especial de empréstimos para recorrer a financiamento para investir na Defesa». Deve ser com fundamento nesta fanfarronice que o país é atirado para eleições antecipadas.
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