No debate quinzenal, em resposta a Pedro Nuno Santos, no âmbito de uma questão relacionada com doentes oncológicos, o primeiro-ministro de Portugal afirmou: «Há muitas pessoas que morrem porque não têm a oportunidade de ter uma intervenção cirúrgica a tempo». A declaração não pode cair em saco roto. Num Estado de direito, com ou sem dolo, o Ministério Público não pode ignorar as palavras politicamente cruéis de Luís Montenegro, nem pode fazer de conta que não sabe que os cidadãos estão à sua sorte.
Sem comentários:
Enviar um comentário