O discurso político da esquerda foi ultrapassado pelos acontecimentos, com André Ventura a ocupar os holofotes da ribalta por força e mérito do escrutínio do XXIV governo. Depois de Luís Montenegro, chegou a vez de Manuel Castro Almeida, o ministro Adjunto e da Coesão Territorial, cuja pasta mais parece um poço sem fundo de imobiliárias.
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