Há precisamente um ano, o então ministro da Saúde, Manuel Pizarro, um ano e dois meses depois de tomar posse, admitiu, finalmente, que deixou de estar tranquilo, com 18 horas de espera registadas no Hospital Amadora-Sintra e hospitais em modo de medicina de catástrofe. Hoje, pouco ou nada mudou: «Doentes urgentes esperam largas horas no Fernando Fonseca e no Beatriz Ângelo».
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