Além do habitual e ridículo folclore nacional, a propósito da escolha de António Costa pelos senhores da Europa – não foi eleito pelos cidadãos europeus –, custa aceitar que os partidos políticos, com ou sem assento parlamentar, continuem calados face à opção deliberada do presidente do Conselho Europeu de se remeter ao silêncio sobre o genocídio em gaza.
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