Recusar receber em audiência formal o líder do terceiro maior partido do país é (a)normalidade repetida de Marcelo Rebelo de Sousa, em jeito vingativo de quem não aceita a crítica. Na impossibilidade de infernizar ou despedir André Ventura, é a dimensão institucional de quem ignora mais de um milhão de portugueses. Mais um balão de oxigénio para o partido Chega, que apenas passa a ter o parlamento e a rua como alternativas.
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