As primeiras análises sobre o orçamento para 2025 não deixam quaisquer dúvidas: é mais do mesmo que tem conduzido Portugal ao crescimento medíocre. Nada de reformas de fundo, nada de verdadeiramente novo, com a continuação de carga fiscal brutal (directa e indirecta), com base na mesma lengalenga do Bloco Central, incluindo os habituais beneficiários. Talvez agora seja mais fácil perceber o folclore com o IRS jovem e a descida do IRC, meros paliativos, nada mais.
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