Carlos Moedas tirou o protagonismo a Marcelo Rebelo de Sousa no Dia da República. É o discurso do presidente da Câmara de Lisboa que marca a agenda, por duas razões: por um lado, dar dignidade aos sem-abrigo que estavam há muito tempo em volta do Jardim da Igreja dos Anjos; por outro, tomar as rédeas do PSD sobre a imigração, com humanidade, racionalidade e sem receio de enfrentar os papões da esquerda fandanga.
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