A vitória da extrema-direita na Alemanha não é só uma consequência da falência do centrão alemão liderado por Olaf Scholz. Nem é apenas uma contestação ao actual modelo ocidental (institucional, político, económico e social). É sobretudo uma reação ao falhanço estrondoso da governação opaca e pouco democrática da União Europeia, subjugada pela corrupção ao mais alto nível.
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