O silêncio politicamente mesquinho de Luís Montenegro, após o discurso brilhante de António Guterres, na abertura da 79ª Assembleia geral da ONU, é apenas a ponta do iceberg do desnorte governamental ainda antes de assinalar seis meses em funções. É uma atitude de Estado que está ao nível da política externa, inexistente e pequenina, que tem afastado Portugal do centro dos principais focos internacionais.
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