De 2019 a 2023, a Direcção Executiva revelou que 900 mil consultas no SNS foram para o lixo por falta de comparência dos doentes. O dado estatístico é de pasmar, só compreensível à luz das listas de espera obscenas. O que mais importava era realmente saber quantos doentes sobreviveram, quantos ficaram com mazelas, quantos conseguiram um tratamento alternativo e eficaz e quanto este caos custou ao país, informações que escapam aos burocratas.
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