UM GOVERNO COM O PÉ QUE ESTAVA MAIS À MÃO
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Com o poder a cair-lhe de podre nos braços, depois de múltiplas disfunções e desgastes da liderança governativa, ninguém estava preparado para a mutação de ciclo neste calendário. Não estava o PS, não estava a oposição, sobretudo, a que se abalançava para assumir funções governativas. (...) Menos conversa, mais trabalho, soluções com critérios e resultados concretos para as pessoas e os territórios. É tempo dos que estavam à mão, mostrarem serviço, orientado para os resultados, mesmo com a ajuda dos inspiradores de outros tempos e dos acólitos atuais, em funções e nos comentários mediáticos».
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