Num artigo de opinião, Miguel Pinto Luz defende a privatização da ANA, recordando algumas verdades que a propaganda e a cumplicidade de alguns (quase) apagaram da memória dos portugueses: «A Troika ‘aterrou’ em Portugal chamada pelo Governo Socialista de então. (...) O dinheiro foi-nos emprestado: 78 mil milhões de euros. Com ele vinha um duro caderno de encargos, negociado pelo Partido Socialista. Nele incluíam-se cortes de despesa, privatizações e muitas reformas. Medidas calendarizadas, sujeitas a controlo sistemático, de cuja implementação dependia a disponibilização das famosas “tranches».
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