DESUMANIZAÇÃO NORMALIZADA
«
Tais imagens, no entanto, permanecem, como aquela que vi, há dias, a descer para o metro da Gare do Oriente, em Lisboa. As laterais de um´átrio gigante ocupadas por camas improvisadas, sem uma réstia de espaço em branco, aqui e ali uma cabeça. Outras sem ninguém, esses voltariam à noite ao seu frio e duro leito improvisado. E a vida corria, pessoas apressadas, como eu, à procura da entrada do metro, rumo à baixa».
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