Chamam-lhe complexidade, desafiante e até pantanoso, mas os tempos que correm, com um governo sob suspeita em plenas funções, é o das grandes negociatas para quem já perdeu o pé, com a ajuda dos “enganados” de sempre. Os discursos ziguezagueantes, as desculpas esfarrapadas e os silêncios comprometedores não deixam dúvidas. É o momento de responsabilizar os representantes eleitos dos órgãos de soberania que concorreram para a grave crise que vai penalizar ainda mais a vida dos mais pobres.
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