A ministra Ana Mendes Godinho já habituou o país a um série de petas escandalosas e impunes. Agora, mais uma: Edmundo Martinho, ex-provedor da Santa Casa, garante que as verbas para os "negócios confusos", denunciados por Ana Jorge, constavam nos planos de orçamento que a tutela aprovou. Nem o dinheiro dos pobres escapa, é a santa trovoada em curso, com sotaque brasileiro.
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