Se os níveis de movimento de capitais, corrupção e mediatismo da canoagem fossem semelhantes aos do futebol, Fernando Pimenta já teria merecido a presença dos órgãos de soberania numa das suas magnifica prestações, um aeroporto com o seu nome, um busto (de qualidade), um convite para ir para a Arábia Saudita e obviamente também já teria tido a devida atenção de António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa e demais instituições.
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