O presidente da Ucrânia está avisado. E não perde tempo em obter garantias suficientes para o futuro, bem sabendo com quem está a lidar. Desde a garantia de entrada na NATO, quando a guerra acabar, à reafirmação de que não haverá cedências de território ucraniano num futuro processo de paz, até à confirmação que os bens russos congelados nos países do G7 não serão desbloqueados até ao pagamento das reparações decorrentes da invasão e da agressão das forças militares de Vladimir Putin.
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