Quase não dá para acreditar, mas vale a pena reflectir sobre o que António Costa e os seus ministros prometem e a realidade nua e crua: «Três anos após morte de Ihor, boa parte das mudanças anunciadas para centro do SEF está por aplicar. Mecanismo Nacional de Prevenção, ligado à Provedora de Justiça, viu que não há “botões de pânico” e videovigilância em todas as salas de entrevista do espaço em Lisboa, como foi decidido após a morte».
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