Dos submarinos alemães já sabemos o suficiente, à excepção dos corruptos portugueses que escaparam à Justiça. Agora, não é preciso defender os "falcões" norte-americanos para começar a vislumbrar ainda melhor os "submarinos" chineses que emergem por cá, à medida da tragédia da Guerra na Europa, com a Ucrânia a pagar o preço das hesitações ocidentais em relação às ditaduras sanguinárias.
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