O presidente do Brasil continua a fazer jus ao seu passado de ex-preso e ex-condenado por corrupção ao defender que Volodymyr Zelensky «não pode querer tudo». A alarvidade política tem um objectivo: preparar o caminho para a desistência da Crimeia, invadida e anexada em 2014, quiçá do branqueamento dos crimes de guerra de Vladimir Putin. Só faltou mesmo, obviamente pela paz, afirmar o pedido bossal de pedrão da Rússia em relação às devidas reparações da destruição assassina da Ucrânia e dos seu povo.
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