Num Parlamento que se quer livre e plural, impressiona o rasgar de vestes que por aí vai por causa dos protestos do Chega, em tudo semelhantes a outros passados. A constatação de que ainda há deputados livres, sem medo de assumir as suas posições políticas, continua a incomodar quem está habituado há demasiado tempo à manipulação grosseira e ao unanimismo acéfalo, obediente e venerando
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