De tanto se falar no "Grupo Wagner", que avança no terreno da Ucrânia invadida, já nem é questionada a existência de um grupo de condenados e assassinos pagos e ao serviço de um Estado pária – Rússia. Aliás, a banalização é tal que até se lhe dá um estatuto de interlocutor na Guerra na Europa, sem esquecer o repugnante protagonismo de Estado ao seu actual líder, Yevgeny Prigozhin, o ex-cozinheiro de Vladimir Putin.
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