A privatização da TAP, em 24 de Dezembro de 2014, decidida pelo XIX governo constitucional de Pedro Passos Coelho, com o concurso Atlantic Gateway, David Neeleman, Airbus, escritório de advogados Vieira de Almeida e Parpública, é muito mais do que um caso de investigação criminal. É, antes de tudo o mais, uma forma de governar, sem transparência e nas costas do povo, com a garantia prévia de impunidade.
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