O auto-elogio de Fernando Medina em relação à redução da dívida pública é chocante, num país com mais de 2 milhões de pobres, pouco lhe importando politicamente serviços públicos no caos, mortes nas Urgências, sem-abrigo, justiça de rastos, professores, médicos e enfermeiros humilhados e polícias depauperadas.
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