Ao mesmo tempo que o Estado gasta 400 mil euros na compra de um quadro de Paula Rego muitas companhias de teatro estão condenadas a desaparecer por uns tostões. É a política entre as mãos largas e o miserabilismo tão bem retratada na afirmação imperialmente alarve do ministro da Cultura: «Seria impensável ter um novo museu de arte contemporânea [instalado no Centro Cultural de Belém] que não tivesse uma peça significativa da Paula Rego». Pois é, e o interior que se amanhe...
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