Mesmo antes da eleição de Donald Trump (2016), alegadamente viciada pelos russos, e da vitória de Joe Biden (2020), que o anterior presidente também alega ter sido fraudulenta, sem esquecer as últimas eleições brasileiras, as suspeições sobre os sistemas e os apuramentos eleitorais têm sido validadas por relatórios técnicos que confirmam vulnerabilidades. É uma factualidade que deve servir tanto para as derrotas/vitórias da esquerda como da direita. Eis um debate que, mais uma vez, tarda a chegar a Portugal.
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