O discurso de Marcelo Rebelo de Sousa, repleto das habituais banalidades e de novos sofismas, esteve à altura dos eunucos da República, sempre servilmente disponíveis para qualquer comemoração. Nem uma palavra sobre o desprezo de António Costa sobre as mais elementares condições que o Estado devia assegurar aos cidadãos, antes e depois da pandemia e da guerra. Nem uma pergunta sobre Luís Dias, em greve de fome, que é espezinhado pelo Estado à vista de todos.
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