Entre o anúncio da saída de Marta Temido e a escolha de Manuel Pizarro decorreram mais de dez dias. Mesmo com esta bizarria, uma espécie de tempo extra, o ministro da Saúde não evitou a actual situação de gritante ilegalidade. Ou será que em maioria absoluta esta questão também é irrelevante e desvalorizável pelos Media?
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