Marcel Rebelo de Sousa não tem qualquer problema com o abandalhamento institucional e político, como o caso Manuel Vicente já havia demonstrado, entre outros, mas a confirmação da presença na tomada de posse de João Lourenço, cuja eleição fraudulenta é pública e flagrante, ultrapassa todos os limites democráticos, por mais saudosos da monarquia e do passado fascista. E a indignação justifica a questão: está refém do Estado angolano?
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