À medida da evidência de mais uma "chapelada" nas eleições angolanas, que só a comunicação social portuguesa insiste em branquear (et pour cause!), tem particular significado a conjugação de duas notícias, obviamente no clima de maior paz e normalidade democrática: a ponte presidencial de última hora entre MPLA e a UNITA e a ímpar decisão de o Estado português não ter executado a garantia angolana em relação ao BESA, que acabou misteriosamente revogada em 2013.
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