Impressiona este novo-riquismo dos aeroportos, sobretudo quando existe um abandonado em Beja. Entretanto, no país que não trata da saúde dos cidadãos, que abandona as crianças em risco e com uma das maiores dívidas de todo o mundo, as atenções concentram-se em saber se o PM sai enfraquecido ou se o ministro tem condições para continuar. A desigualdade e as carências já nem parecem importar.
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