Marcelo Rebelo de Sousa passou de mais um branqueamento brutal da governação na área da Saúde, quando chamou ao encerramento das urgências um «problema específico», para três dias depois assumir, à porta do Politeama, no Parque Mayer, uma nova declaração tão teatral quanto desnorteada: «Hoje mesmo o senhor primeiro-ministro reconheceu que é uma situação muito grave, que é uma situação estrutural».
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