Num país em que é tradição os responsáveis políticos alijarem responsabilidades com declarações politicamente cobardes, Manuel Magalhães e Silva coloca o dedo na ferida: «Face à tragédia, [Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa] tiveram a espantosa irresponsabilidade, para responder à angústia em que se vivia, de virem com esse brejeirismo de que a culpa não morre solteira. Mas que coisa tão ordinária».
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