Mesmo depois da invasão da Crimeia pelas forças russas, em 2014, a Alemanha intensificou a compra de gás russo em quase 30%. A factura do gigantesco erro estratégico chegou: Em três dias consecutivos, Vladimir Putin estabeleceu reduções significativas no fluxo de abastecimento para alguns dos principais países europeus (Alemanha, Eslováquia, França e Itália).

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