A corrupção, as aventuras dos bancários do regime e a estagnação económica têm sido compensadas ao longo dos últimos seis anos pelo sistemático aumento da dívida pública portuguesa, uma das maiores do mundo. Deve estar por um fio a declaração mais politicamente descarada de sempre de António Costa sobre o endividamento. Com a alta da taxa de juros, Mendonça Mendes, secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Fiscais, já deu o mote.
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