Depois de anulados 61% dos votos de portugueses emigrantes e da queixa-crime apresentada pelo PSD, o presidente faz de conta, fugindo à pergunta de um jornalista. E, cumplicemente, desvia objectivamente as atenções de um alegado crime com os elogios à promessa (mais uma!) de alteração da lei eleitoral na próxima legislatura. Vivemos tempos sombrios.
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