O debate entre António Costa e Rui Rio concentra todas as atenções mediáticas ao mesmo tempo que os portugueses são mantidos à margem do custo da factura da pandemia, que começará a ser paga depois de 30 de Janeiro, e do risco de uma guerra na Europa, como advertiu Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO. Entretanto, com mais ou menos slogan, a comunicação social continua a distrair o povo com o que sentem os jovens e menos jovens nas filas para as vacinas e testes, sem esquecer os beijinhos do presidente.
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