António Costa, primeiro-ministro, depois de encurralado, à beira das eleições, lá lavou as mãos. E chutou o caso de Luís Dias para Maria Lúcia Amaral, que lidera a Provedoria da Justiça, uma das raras instituições em que os portugueses confiam. E ainda há quem o elogie por uma decisão com mais de seis anos de atraso.
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