UM NATAL POR RESOLVER
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As crianças anteciparam a árvore e os enfeites de natal, numa alegria inocente sobre o estilhaçar das coisas e do mundo. Elas não sabem, mas a mais recente suspensão do quadro jurídico normal, as medidas restritivas em estado de calamidade, vão ainda mais longe do que o estado de emergência anterior (...). Porventura um desejo tão volátil e ingénuo, como a felicidade das crianças com as luzes de natal, ou a minha ansiedade sobre o fim dos direitos da personalidade encerrados nas pessoa-código-válido, ignorando-se a possibilidade normal de viver com vírus. As crianças continuarão inocentes, apesar desta gestão pandémica ultra-tecnológica e desumana, a ameaçar a derrocada das democracias europeias, neste natal por resolver».
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