Num país em que os hospitais públicos funcionam sem dinheiro nem apertado escrutínio, em que faltam mais de um milhão de médicos de família e os atrasos nas consultas e cirurgias são monumentais, não admira que os portugueses corram para as urgências. E sejam obrigados a procurar a informação sobre saúde nos sítios errados, desde a internet à comunicação social, sem esquecer o "especialista", ainda que agora em versão politicamente menos histérica.
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