Com António Costa a afundar-se na governação, com evidente desgaste e até evidente falta de motivação pessoal e política, o presidente veio, novamente em socorro do primeiro-ministro, lembrar a longa coabitação. Quem julgava que havia isenção da parte de Belém, durante a campanha eleitoral, desengane-se. Vai ser assim até 30 de Janeiro, de 2022, com mais ou menos desaforo político.
Sem comentários:
Enviar um comentário