Passados mais de 150 dias do acidente da A6, o país assiste estupefacto à indiferença do presidente e do governo a propósito do arrastamento do inquérito que vitimou o trabalhador Nuno Santos, enquanto a família vive numa vulnerabilidade intolerável. Mas se também é assim face aos atrasos dos SNS, à lentidão na Justiça, à falta de professores na Educação e às filas de espera nos serviços do Estado...
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