Ao princípio eram pareceres jurídicos. Agora, aparentemente, restam opiniões. É esperar pela audição parlamentar do ministro da Defesa que, se for aberta à imprensa, ainda catapulta Portugal para o anedotário internacional. E assim vai o alegado desconhecimento do presidente e do primeiro-ministro sobre as traficâncias nas Forças Armadas.
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