A comunicação da dissolução é um dos momentos mais graves em Democracia. E, depois do que se passou nos últimos 15 dias, tudo tem que ficar cristalinamente assumido, com verdade e transparência. Portugal precisa de um presidente credível, que não seja ponto de partida e/ou porto de abrigo de manobras de bastidores, e à prova de interesses ocultos e difusos.
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