Depois da cambalhota e do frete, um presidente desce ao nível nunca visto em Democracia para branquear o governo moribundo. E o primeiro-ministro, à beira de eleições antecipadas, joga a maioria absoluta e até pode rumar descansado a Bruxelas se perder, garantindo os seus desejos pessoais e políticos antes dos interesses do país. António Costa tem o vale-tudo que ajudou a criar. Portugal não merecia tanta intriga e aviltamento.
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